{"id":57,"date":"2017-07-27T17:25:00","date_gmt":"2017-07-27T20:25:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2020-01-27T13:16:59","modified_gmt":"2020-01-27T15:16:59","slug":"mas-a-publicidade-interruptiva-nao-era-coisa-do-passado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/incenadigital.com.br\/blog\/mas-a-publicidade-interruptiva-nao-era-coisa-do-passado\/","title":{"rendered":"Mas a publicidade interruptiva n\u00e3o era coisa do passado?"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 alguns anos, a publicidade de maneira geral declarou o fim da interrup\u00e7\u00e3o como padr\u00e3o, a chamada publicidade interruptiva. N\u00e3o que exista um documento formal para atestar isso, mas vivemos uma corrente contr\u00e1ria, na qual acompanhamos o fluxo do usu\u00e1rio\/cliente, oferecendo materiais que s\u00e3o do seu interesse e n\u00e3o cortando bruscamente o processo de assistir\/ouvir. Isso quer dizer, em resumo, que a publicidade vive um relacionamento s\u00e9rio com o conte\u00fado h\u00e1 algum tempo.<\/p>\n<p>No entanto, temos notado algumas &#8220;puladas de cerca&#8221; nessa l\u00f3gica e vamos citar dois exemplos: Facebook e YouTube. Voc\u00eas j\u00e1 notaram aquela interrup\u00e7\u00e3o brusca e marota quando estamos assistindo a algum v\u00eddeo mais longo na rede social de Mark Zuckerberg? Voc\u00ea est\u00e1 assistindo ao v\u00eddeo do seu interesse e&#8230; ele \u00e9 cortado para uma publicidade de 10 a 15 segundos. Dificilmente algo seria mais interruptivo do que isso &#8211; a n\u00e3o ser aquelas inser\u00e7\u00f5es da Jequiti na programa\u00e7\u00e3o do SBT.<\/p>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-gswQg0zis5U\/WXo-EZ8F5UI\/AAAAAAAABtQ\/rt8-fC_PKlwtGNxFIeN68-79oxbj0l7zwCLcBGAs\/s1600\/publicidade-interruptiva_blog.png\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" data-original-height=\"506\" data-original-width=\"900\" height=\"358\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-gswQg0zis5U\/WXo-EZ8F5UI\/AAAAAAAABtQ\/rt8-fC_PKlwtGNxFIeN68-79oxbj0l7zwCLcBGAs\/s640\/publicidade-interruptiva_blog.png\" width=\"640\"><\/a><\/div>\n<p>A iniciativa foi alardeada no in\u00edcio deste ano e fez a alegria de boa parte dos produtores de v\u00eddeos, mas n\u00e3o tem deixado os usu\u00e1rios satisfeitos (alguns deles, inclusive, ficam enfurecidos). Mas Incena, se todo mundo sabe que isso vai irritar os espectadores, por que isso ainda acontece? A resposta, como de costume, \u00e9 o lucro. Dinheiro, grana, money, bufunfa, dindim&#8230;<\/p>\n<p>A receita que adv\u00e9m dessa publicidade \u00e9 dividida entre o Facebook e os produtores, que, num primeiro momento, ficariam com 55% do que \u00e9 arrecadado. Este tipo de an\u00fancio est\u00e1 dispon\u00edvel em v\u00eddeos com pelo menos um minuto e meio de dura\u00e7\u00e3o e \u00e9 exibido somente para quem assiste ao v\u00eddeo por, no m\u00ednimo, 20 segundos.<\/p>\n<p>No YouTube, a maioria dos an\u00fancios passa por poucos segundos e oferece a op\u00e7\u00e3o de pular. No entanto, h\u00e1 algum tempo, at\u00e9 antes do Facebook, a m\u00eddia social insere algumas mensagens publicit\u00e1rias que n\u00e3o podem ser descartadas: s\u00e3o os an\u00fancios in-stream.<\/p>\n<p>&#8220;An\u00fancios in-stream n\u00e3o pul\u00e1veis s\u00e3o an\u00fancios que podem aparecer antes, no meio ou depois da visualiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado do parceiro. Esses an\u00fancios t\u00eam de 15 a 20 segundos de dura\u00e7\u00e3o, e os espectadores precisam assistir ao an\u00fancio para poder assistir ao v\u00eddeo selecionado. Um bloco de an\u00fancios complementares de 300 x 60 pixels geralmente \u00e9 exibido ao lado de v\u00eddeos do YouTube que exibem an\u00fancios in-stream em computadores&#8221;, esclarece o suporte do YouTube.<br \/>\n<b><br \/>\n<\/b><b>E o usu\u00e1rio nisso tudo?<\/b><\/p>\n<p>N\u00f3s, pessoas conectadas \u00e0 Internet, recebemos diariamente um mar de informa\u00e7\u00f5es que podem ser consumidas num clique. S\u00e3o muitos est\u00edmulos, muitas op\u00e7\u00f5es&#8230; e j\u00e1 fizemos um texto <b><a href=\"https:\/\/incenadigital.com.br\/blog\/o-fabuloso-destino-do-video-marketing-no-brasil\/\">aqui no blog sobre o poder do v\u00eddeo<\/a><\/b> nessa hist\u00f3ria. Mas com tanta disponibilidade, \u00e9 comum que o usu\u00e1rio passe por uma esp\u00e9cie de crise de aten\u00e7\u00e3o e o mais dif\u00edcil \u00e9 conseguir o foco das pessoas com alguma mensagem.<\/p>\n<p>O que queremos dizer com isso? Talvez seja interessante do ponto de vista mercadol\u00f3gico inserir um an\u00fancio no meio de um conte\u00fado, afinal de contas, o dom\u00ednio financeiro dos grandes canais de televis\u00e3o aberta foi constru\u00eddo em cima disso. Mas o usu\u00e1rio ainda est\u00e1 disposto a passar por isso? Reproduzimos abaixo coment\u00e1rios em sites de not\u00edcias que ilustram o pensamento, ousamos dizer mesmo sem uma pesquisa oficial, da maioria dos internautas:<\/p>\n<p>&#8220;A tal da propaganda no meio dos v\u00eddeos \u00e9 a coisa mais chata do YouTube e o Facebook quer copiar? Tem coisa pior que no meio de uma gameplay (por exemplo) o v\u00eddeo parar pra exibir uma propaganda?&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Simples, deixo de abrir v\u00eddeos. N\u00e3o serei obrigada a assistir propagandas quando n\u00e3o tiver interesse, apenas por conta de um v\u00eddeo em rede social&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>Agora \u00e9 acompanhar o desenvolvimento dessa hist\u00f3ria e observar se o &#8220;crime&#8221; da interrup\u00e7\u00e3o vai compensar ou n\u00e3o. E se os usu\u00e1rios da Internet hiperestimulados &#8211; especialmente os mais jovens &#8211; v\u00e3o se manter passivos diante da l\u00f3gica interruptiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 alguns anos, a publicidade de maneira geral declarou o fim da interrup\u00e7\u00e3o como padr\u00e3o, a chamada publicidade interruptiva. 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