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31 ago.
2021

Relação entre curtidas no Facebook e geração de negócios

Todos já conhecem a importância das marcas construírem uma presença digital consistente. Com as redes sociais em ebulição, e um número cada vez maior de clientes e marcas trocando experiências por meio desses canais, é essencial pensar em como (e com quem) sua organização se comunica em plataformas como Facebook, Instagram e Twitter. Já abordamos esse tema em um post anterior (confira aqui: https://bityli.com/LjAE8) e chegou o momento de voltar a discutir a relação entre curtidas no Facebook e geração de negócios. Afinal, ele está mais vivo do que nunca.

Qual é o seu palpite?

Como já deve ter desconfiado, olhar os números das suas páginas sem uma contextualização apropriada pode, além de direcionar a estratégia para caminhos inadequados, esconder os pontos fundamentais de aprimoramento e potencialização do seu contato com a audiência.

Indo além nos indicadores

Vamos agora entender melhor o que cada indicador pode querer dizer para o seu negócio para, enfim, responder o questionamento do título desse artigo. É importante reforçar que não há um índice absoluto que deve ser aprimorado em detrimento dos outros. De acordo com a época e os objetivos da marca em cada canal, esse ou aquele parâmetro serão trabalhados com maior ou menor prioridade.

Relação entre curtidas no Facebook e geração de negócios: nem só de curtidas vivem as marcas

Se por um lado esse número serve para ter uma pista do que faz a audiência conversar com seu conteúdo com mais facilidade, há também o risco de se medir o êxito de uma determinada publicação apenas por essa medida.

Assim, sem considerar o momento dos seguidores na jornada de compra (conhecimento, identificação do problema, consideração da marca como solucionador do problema, conversão e fidelização), o destino de várias páginas com um enorme potencial de geração de oportunidades é se tornarem replicadores de memes baseados nas tendências atuais, sem um público almejado para cativar, com um grande número de curtidas e reações, mas sem transformar essas conversas em uma aproximação da fase de decisão por parte dos consumidores.

E sem levar em conta a quem se destinam suas mensagens e como essa fatia do público troca com sua marca por meio dos canais sociais é inevitável o desperdício de tempo, dinheiro e a fuga das atenções dos potenciais compradores para páginas e perfis com uma abordagem mais sólida.

Perceber para melhor dizer

[Imagem 3]

Além das curtidas, o Facebook disponibiliza dados que mostram formas mais significativas de interações dos seus seguidores. Levar em consideração comentários, compartilhamentos e cliques nos conteúdo é ótimo para uma melhor noção do que de fato faz a plateia avançar na jornada de compra e o que é só barulho.

[Imagem 4]

Os vídeos curtos são cada vez mais utilizados, independentemente da plataforma escolhida. Dentre as vantagens desse tipo de conteúdo, há uma maior tendência aos comentários e curtidas, métricas específicas que podem ampliar o campo de visão estratégica, como o tempo médio de visualização do conteúdo (retenção) e pontos de fuga durante o vídeo (aqueles momentos em que as pessoas abandonam o vídeo no meio do caminho com mais frequência).

Nos “insights” do Facebook sobre vídeos também há informações sobre idade, sexo, cidade e país dos espectadores. Isso tudo permite ser mais eficiente na aplicação de recursos em impulsionamento dos conteúdos, bem como a concentrar os esforços nos pontos que desempenham melhor.

Mas, de acordo com o post, como vou saber para qual métrica olhar?

Voltando ao planejamento de conteúdo, é fundamental saber a quem se destina e a que se propõe cada comunicação. No caso do Facebook, onde é possível construir uma loja virtual na própria plataforma, é ainda mais importante ter bom senso e consciência antes de entupir as linhas do tempo de “panfletos” com ofertas e chamados para a compra direta.

Não é sobre não fazer, mas a hora (e a forma adequada) de se comunicar para que os seguidores se transformem em clientes. Por melhor que seja o benefício oferecido, é preciso pensar a que etapa da jornada de compra aquela conversa se refere.

Faz sentido falar de formas de pagamento com quem nem sabe ainda o que você vende? Da mesma forma, conteúdos orientados a estimular o reconhecimento da sua marca não devem virar um mantra na sua página pelo risco de não desenvolver o relacionamento com aqueles que já o conhecem, nem esclarecer os eventuais questionamentos que os indivíduos possam ter sobre seu produto, serviço ou sua organização.

Conversar mais para tornar seus clientes os melhores promotores

[Imagem 5]

O estímulo ao debate é algo incentivado pelo próprio Facebook. Desenvolver conteúdos que chamem a audiência ao compartilhamento de vivências é uma ótima maneira de perceber pontos de convergência entre indivíduos diferentes, e também uma forma de humanizar sua organização, fazendo com que seja percebida como parceira nos desafios ao invés de ser enxergada apenas como uma instituição que deseja “vender” algo.

Propor conversas, além de favorecer a produção de materiais baseados em dados mais fiéis aos desejos dos seguidores, também serve para manter sua marca por mais tempo no foco do público, já que o bombardeio de informações e anúncios em TVs, celulares e computadores nunca foi tão grande.

Métricas como CAC (que estima o custo média para obter novos clientes) e o ROI (retorno do investimento) continuam sendo o centro das atenções de profissionais dos diversos segmentos, desde empreendimentos individuais até as grandes empresas. Mas não dá para chegar nesse ponto de análise sem um olhar amplo e cuidadoso sobre a presença digital do negócio na internet.

aA Incena Digital possui a expertise profissional e técnica para colocar o seu negócio na cena certa. Conquiste uma audiência fiel, engajada, ativa e recorrente. Vamos conversar sobre isso?

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